5.3.1. A vigilância da raiva

É necessário desenvolver e implementar um sistema de vigilância e notificação da raiva, a fim de assegurar a recolha e a transmissão regulares de dados, no intuito de avaliar os progressos.

O pessoal de vigilância da raiva e os agentes de investigação (por exemplo, veterinários, para-veterinários, agentes de extensão pecuária, agentes de extensão, os assistentes a campo e guardas florestais e o pessoal médico que devem trabalhar em estreita colaboração com o pessoal de investigação a campo) deve receber formação em matéria de:
- Coleta básica de dados epidemiológicos, como os casos da raiva animal, as exposições humanas a mordeduras e os casos de raiva humana, como descrito aqui.
- Transmissão dos dados da vigilância a epidemiologistas.
- Colheita de amostras em animais para diagnóstico, embalagem das amostras e a entrega nos laboratórios para análise, conforme descrito aqui.
- Investigação epidemiológica da raiva humana e canina.

Os epidemiologistas devem receber formação em:

- Coleta dos dados epidemiológicos básicos (por exemplo, a cobertura da vacinação, incidência da raiva animal, exposição humana a mordeduras e mortes humanas causadas pela raiva, doses administradas de vacinas humanas), gestão da base de dados, análise e interpretação dos dados para acompanhar a evolução da intervenção.
- Apresentação de relatórios e divulgação de informações.
- Investigação epidemiológica da raiva humana e animal.

O pessoal técnico dos laboratórios de diagnóstico da raiva deve receber formação em:

- Protocolos e procedimentos laboratoriais em geral.
- Manutenção e reparação do equipamento (frigoríficos, congeladores, microscópios, etc).
- Preparação, manuseio e armazenagem de reagentes.
- Técnicas básicas de diagnóstico da raiva, como descritas aqui e aqui.
- Registro dos dados e comunicação de resultados laboratoriais.









Página de abertura do sítio | Contacto | Planta do sítio |
Segunda versão; última atualização em julho de 2013