5.2.6. Que fazer se não houver um microscópio de fluorescência no meu laboratório?

Embora este teste de imunofluorescência (FAT) continue a ser considerado a melhor técnica-padrão de diagnóstico da raiva, foi também desenvolvido um teste alternativo, denominado teste direto imuno-histoquímico (dRIT). Para este teste, basta apenas um microscópio de luz normal para examinar os esfregaços de cérebro pela técnica dRIT, o que o torna mais apropriado para laboratórios com infra-estruturas de diagnóstico limitadas (por exemplo, laboratórios regionais). Os laboratórios nacionais para análise de raiva devem estar equipados com microscópios de fluorescência para poderem fazer a detecção por imunofluorescência direta a fim de confirmar os casos obtidos nos laboratórios regionais pela técnica de dRIT. Clicar aqui para obter informações mais detalhadas sobre o equipamento, os reagentes e os protocolos de diagnóstico da raiva utilizando os testes de dRIT e de FAT. Para conhecer os laboratórios disponíveis para o diagnóstico da raiva, clicar aqui.

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Fotografia gentilmente cedida pelo «Serengeti Carnivore Disease Project»



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Segunda versão; última atualização em julho de 2013