1.6. Em que consiste um plano de controle da raiva canina?

A primeira etapa consiste em definir a situação da raiva canina no país, que pode ser uma das seguintes:

- A raiva está presente e pode persistir nos cães, ou ser comum nos cães mas persistir em outras espécies (situação de alastramento). Em ambas as circunstâncias é importante o controle da raiva canina, uma vez que os cães representam a maior ameaça para a saúde humana devido ao seu estreito contato com o homem.

- A raiva praticamente desapareceu durante vários anos, mas há sempre possibilidade de ser reintroduzida.

- Não existem informações disponíveis por falta de aplicação de medidas de vigilância.

- Não sei, como posso saber? Para ver a disseminação da raiva no mundo, clicar aqui.

Um projeto de controle da raiva canina deve ter como objetivo a sua erradicação numa determinada área e a garantia de que essa zona ficará definitivamente indene da doença. O manual para o controle e a prevenção da raiva (Parte I) proporciona as orientações necessárias para concretizar tal objetivo. Um plano eficaz para combater a raiva canina deve compreender duas fases: uma fase de ataque (projeto de erradicação) e uma fase de manutenção. Estas duas fases implicam técnicas e estratégias muito diferentes, embora a vigilância epidemiológica seja essencial em ambas. Aconselha-se amplamente aos responsáveis pelos projetos de controle anti-rábico que insistam na fase de manutenção para compensar os esforços já realizados.

Caso a raiva canina esteja presente no seu país, você deve considerar uma série de etapas para concretizar os objetivos referidos acima, como indicado este diagrama. Para acessar as orientações específicas para cada componente do processo, deve-se clicar nos títulos do diagrama, ou utilizar a barra de navegação à esquerda ou, ainda, do utilizar o mapa do síte na Web.

Se ressurgirem subitamente casos de raiva canina numa zona após um período de ausência, clicar aqui para consultar as orientações específicas para implementação de um plano de emergência.

Se as espécies selvagens são responsáveis pela persistência da doença deverão ser adotadas medidas diferentes, que serão tratadas na segunda parte do manual para o controle e a prevenção da raiva.




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Segunda versão; última atualização em julho de 2013